sábado, 14 de fevereiro de 2009

Felipe


Quem me conhece sabe que eu sou super coruja, amo crianças e os filhos das minhas amigas são todos meus sobrinhos queridos...
Hoje a tia Si foi finalmente conhecer o Felipe, e olha que doce de criança... Quando eu peguei ele no colo, aquela coisinha, tive que me segurar... Eu amo bebês. Sendo de uma amiga então...
O bom de hoje foi que aproveitamos a desculpa do Felipe e nos reencontramos; eu, Camila e Lúcia... Saudades...
Não sei se vocês lembram, mas no dia 20 de setembro eu contei pra vocês do bebê da Lucia que vinha, minha sugestão para o F era Fabio (coincidência meninas), mas Felipe é lindo. Lindo como o próprio Felipe que por pouco, beeeeeeem pouquinho (3 dias) não nasceu no dia do aniversário da Tia Si... Mas não importa, ele é um tesouro... Peguei ele no colo hoje, pena que não tiraram uma foto daquele momento, e vi aquela criaturinha deitando no meu colo... Aqueles cabelinhos, aqueles olhos, a maozinha dele é tãããão pequenininha, e os pezinhos... a gente , vcs precisavam estar aqui pra me ver... (rsrs)
Querida Lúcia, que criança maravilhosa, que benção de vida. Você é afortunada, linda mãe de primeira viagem... Vamos ve se agora que sei o caminho, te vejo mais vezes, e ainda arrumo um tempo pra converxar com a xua mãe (rsrs) Adorei te visitar hoje!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Passeio com o cachorro

-- Querido, alguém precisa passear com o cachorro, e esse alguém não sou eu.


-- Mas, meu bem...


-- ... (olhar fulminante)


-- ... eu já estava pensando memso em ir.


-- Aproveita e passa no pet e compre ração, porque a que tem dá só pra mais um dia.


-- ...


-- Amor, pede pra entregar, não precisa trazer nas costas ja que vai passear com o Erus...


-- ... (sorriso de alívio)


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-- Amor, que cheiro maravilhoso...
-- Sim, preparei uma surpresinha pra você enquanto saiu pra passear com o cachorro.
-- Então não ficou zangada que eu tenha demorado?
-- Hoje não, eu te conheço, por isso te mandei passear com o cachorro.
-- ...
-- Amor, vai se lavar em vem sentar... Fiz risoto de pera com queijo "roquefor".
-- Mang, meu preferido!? O que você está querendo?
-- Depois do vinho conversamos sobre isso...
(sorriso malicioso dos dois lados)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Os Nós da vida




Que o nó direito, nos ate às pessoas semelhantes...

Que o nó escota, nos ate às pessoas diferentes...

Que a volta do fiel nos envolva com ternura e atenção...

Que o nó de correr, nos faça lembrar que até os mais simples também são importantes...

Que o aselha, nos salve das más influencias..

Que o catau, encurte nossas distancias e que nos fortaleça cada vez mais...

Que a volta do salteador nos segure quando estivermos caindo...

Que a volta da ribeira nos dê a devida firmeza em vias diagonais...

Que o prucick, só nos leve pra cima...

Que o balso pelo seio nos transporte com segurança quando estivermos feridos...

Que o nó da amizade sirva de base pra nossa relação...

Que o nó de pinha nos faça ver a beleza de nossa amizade...
Desculpem, mas o cansaço não permitiu que meu cérebro trabalhasse hoje!
Esse texto não é meu, e nao sei de quem é pra postar o autor aqui. :(

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Amiga do Rei


Hoje acordei com o rádio dando uma notícia: Casou-se na noite de ontem o Rei Smilingüido... Ao escutar aquilo minha mente loucamente viajou por tempos em que Smilinguido nada mais era do que meu companheiro de basquete.



Andávamos os dois com aqueles calções pelo joelho e nossas camisas de times consagrados. Todas as tardes com a bola embaixo do braço íamos para o patio do ginasio, perto da concha acústica da cidade, onde ficavam as quadras externas, e o tio Arquimedes acendia as luzes pra gente. Geralmente começávamos a arremeçar as bolas só os dois, ríamos das palhaçadas um do outro, mas logo o povo ia juntando e a gente jogava até altas horas...



Quantas vezes meu pai vinha brigar comigo porque minha bronquitis isso, minha bronquitis aquilo, mas ele, melhor do que ninguém sabia como aquilo era importante... Gostávamos de jogar...



Nossos caminhos se separaram quando eu fui embora da cidade. Vim pra cidade grande. Estudar é importante! Dizia minha avó. Aqui, joguei basquete, fui "atleta" federada... Mas faltava algo... A alegria das noites do basquete nas quadras expostas ao tempo e, principalmente a companhia dele... Descobri que o basquete só era importante porque aprendi com ele. Foi o que acabou nos unindo... Eramos amigos. Mas muitas vezes fomos mais.



Eu vim. Ele ficou. Eu parei de jogar com a desculpa de um joelho machucado. Ele parou de jogar com o pai doente precisando de alguém pra assumir o lugar dele...



Não sei como lembra de mim. Não sei se ainda gosta de jogar basquete. Só sei que às vezes, levo minha bola embaixo do braço e fico lá, na quadra da escola, arremeçando pra ver se ele aparece... Não vem, só o que vem são as notícias, os convites de casamento...



Agora estou aqui, na quadra atrás da casa principal, mais uma vez arremçando as bolas. Aquele sentimento da adolescente que sentia o cheiro do suor dos amigos e não se importava, desde que estivessem jogando... Uma vontade de ver o antigo amigo pronto pra uma partida. Mais uma bola e vou entrar, um banho me faria super bem agora, estou exausta da festa do casamento, exausta mas feliz...



-- Ei, Mang, parece que você continua treinando esses arremessos, mas não aprendeu a fazê-los ainda.


:D

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O incrível caso do feijão



-- E então, amor, tá gostoso?


-- Uma delícia, querida.


-- Foi tão bom cozinhar pra você hoje!!!

-- Está realmente fantástico, querida...



-- Fui ao mercado municipal cedinho, logo depois que você saiu, comprei bacon, uma linguiçinha, folhas de louro...



-- Hum, bacon, folhas de louro...



-- Ahan, aí cheguei em casa e o feijão já estava de molho desde ontem... Temperei e coloquei pra cozinhar... Segui a receita da minha mãe.



-- Ah, querida, que delícia. E você vai servir esse feijão quando?



-- ...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Ainda que eu flasse a língua dos anjos...


Entre todo o turbilhão de coisas que me aconteceram nessa semana que passou, esteve o casamento da Geisa. Podem estar se perguntando, tá e daí neh?
A Geisa é uma pessoa especial, hoje somos amigas, mas tudo começou quando eu era chefe dela no grupo escoteiro.
Quando ela me disse: Si, vou casar! Eu quase surtei. Lógico que chorei. Chorei de felicidade pela notícia tão boa e mais, pelo jeito como ela me disse: Sabia que você ia ficar assim! Na certeza absoluta de que eu estaria feliz quando ela estivesse também.
O casamento foi lindo. Quando a Ge entrou na igreja u vi que aquela menininha não existe mais... A Ge agora é uma mulher... Linda e, naquele momento, exuberantemente bela. A carinha do Bruno (o dito noivo) quando a viu entrar pela porta... Sorrisos de ponta a ponta dos dois. Certo que já estavam casados e que a lua de mel não será a primeira vez, mas naquele momento era como se os dois se olhassem pela primeira vez... E eu? Chorando.
O sermão, em minha opinião, foi perfeito. O padre conhecia a Ge, e cada palavra que ele dizia tinha um toque da emoção que ele estava sentindo. Emoção que se espalhou pela igreja toda. Eu? Chorando. Obviamente que eu não estava fazendo um escarcéu dentro da igreja, porque vocês sabem, não choro em público, mas muitas lágrimas rolaram.
Eu ainda procuro palavras pra dizer pra Ge o que estou sentindo, mas está difícil. Porque? Porque qualquer coisa que eu disser será pouco pra explicar. O que eu desejo? Desejo que a Ge, e o Bruno, esse meu novo amigo, vivam eternamente felizes, afinal, foram abençoados por Deus e nada é maior do que o amor de Deus por nós e foi esse amor que uniu os dois.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Trema, ainda.