Anjos Cantam no céu,
Lágrimas correm aqui
Umedecendo os rostos
Incrédulos dos que ficaram
Zangados com a vida que,
Infiel, nos leva em
Óbito, o lastro dessa Familia
Espiemos as culpas,
Sacudamos as mágoas, afinal,
Tantos anos viveu, que
Atingindo o limites da
Nave da vida que lhe foi presenteada
Inspira seu último golfão de ar
Saindo desse mundo
Leviano e inconstante para
Alcançar a vida eterna
Unindo-se à sua única companheira...
Chorem pela saudade,
Hoje, amanhã ou
Enquanto precisarem.
Resistam porém, pois
Orbitando entre a razão e a fé
Bailam Aluizio e Luciana
Infinitamente felizes e novamente
Marido e Mulher.
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Minha tarefa, que estou tentando realizar, é pelo dom da palavra escrita, fazer ouvir, fazer sentir e, acima de tudo, fazê-lo ver. Isto, e nada mais, e é tudo.(...) Joseph Conrad (1857 - 1924)
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Ode ao Vozão
Meu avô, sete dias atrás, foi ter com minha avó. Grande homem. Viveu por ela e aguentou aqui, sem ela, o quanto deu. Bom descanso vozão.
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